Arquivo mensal setembro 2014

porLucas Pavel

Camelo Urbano Reflexões: Bons ventos para o ciclismo urbano no Rio de Janeiro


IMG_0082 [02]O Bike Rio está crescendo a cada dia. Atualmente são quase 260 estações espalhadas pela cidade, com 2600 bicicletas. As novas estações do centro deram um up no sistema e cada vez mais vemos laranjinhas rodando naquela região.

Para os turistas, as bicicletas facilitam a vida deles e são ótimas para conhecer a cidade. Realmente, o Bike Rio é uma ótima opção de transporte pelo Rio. Só faltam mapas na hora dos deslocamentos e indicação de onde estão as estações de bicicletas.IMG_7179

Além disso, a Prefeitura firmou uma parceria com as associações de Moradores de Copacabana, Ilha do Governador, Maré, entorno do Engenhão e Laranjeiras, sempre visando o incentivo da bicicleta.

No caso de Copacabana, uma série de ruas passaram a ser Zona 30 km/hora, que também vai acontecer em Botafogo.

A Ilha do Governador está ganhando novas ciclovias, assim como o entorno do Engenhão, Laranjeiras e Maré.

IMG_7260E, a Rio Onibus preparou um curso para conscientizar seus motoristas sobre as bicicletas que circulam pela cidade.

E, para completar, existe previsão para a instalação de 10.000 bicicletários espalhados pela cidade. E previsão de revisão das ciclovias em Botafogo e Copacabana. Esta sendo colocada uma seria de placas de Zona 30 Km nas esquinas. Outra importante obra é a pavimentação da ciclovia para Barra da Tijuca. Temos ainda de lembrar que existe a ciclofaixa e zona 30 em parques. Como ocorre na prainha e na Vista Chinesa.

As notícias não poderiam ser mais animadoras!

Se a Prefeitura continuar o trabalho que vem sendo feito nessa área, aumentando as ciclovias, criando mais zonas de velocidade limitada a 30km/h, muito mais pessoas irão se sentir seguraras a ingressar nesse mundo.

Sorte!

 

porLucas Pavel

Camelo Urbano Fluidez: Supermercado Zona Sul investirá em novos bicicletarios

IMG_2125Tivemos a oportunidade de conversar com o pessoal do marketing do Zona Sul e ficamos sabendo que eles estão negociando com a Prefeitura do Rio a instalação de novos bicicletarios em suas lojas espalhadas pela cidade. Além disso, a intenção é que estes bicicletarios tenham bombas para pneus.

O objetivo da Rede é incentivar o uso da bicicleta para atividades cotidianas, como por exemplo fazer compras.

Vamos torcer para que essa ação se concretize logo!

porLucas Pavel

Camelo Urbano Notícias: Bicicleta no Metro

10650022_861894263835167_4495103384928905023_nSaiu essa semana a notícia de que agora é possível levar a bicicleta no metro também nos dias de semana, depois das 21:00, sempre no último vagão. Antes só era possível fazer isso nos finais de semana e feriados.

Essa notícia já tinha rolado na Bicirio e agora foi divulgada nos meios de comunicação. Ficamos muito felizes em ver que o governo vem intervindo junto as concessionárias em prol da bicicleta. Primeiro as barcas e agora o metrô está começando a flexibilizar o assunto.

 

porLucas Pavel

Camelo Urbano Eventos: BiciRio – O que rolou?

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Captura de tela 2014-09-28 às 03.46.32O BiciRio vem acompanhando a evolução da bicicleta urbana passo a passo. Nos últimos quatros anos, o evento ajudou a valorizar essa pedalada na direção de evidenciar a  importância do uso da bicicleta como modal de transporte.

Dessa vez o evento recebeu um patrocínio a Rede de mercados Zona Sul, que quer divulgar a cultura da bike no Rio de Janeiro. E, para isso pretende instalar nas suas lojas novos bicicletários que também terão bombas de ar comprimido para encher os pneus. Uma iniciativa incrível e apoiamos.

IMG_1389O evento iniciou com a participação da secretária de transporte do governo estadual do Rio de Janeiro. Tatiana Vaz, que falou dos avanços que vêm ocorrendo nos transporte públicos e como esses estão cada vez mais integrados com a bicicleta. Nas barcas o transporte já está liberado e o metrô acabou de autorizar o uso da bicicleta nos dias de semana, depois das 21:00 hs.

O subsecretário de Meio Ambiente do Rio de Janeiro, entre outras coisas, disse que a bicicleta não é para concorrer com transporte público, mas com os carros. Disse também, que o ciclista merece ter um local de trabalho capaz de oferecer vestiários e chuveiros. E prometeu aumentar o número de ciclovias no centro da cidade do Rio.

FullSizeRenderO que percebemos é que cada vez mais o BiciRio serve não só para incentivar o uso da bicicleta, mas como é uma oportunidade de escutarmos o depoimento de empresas/Ongs/pessoas sobre o que elas fazem para melhorar a qualidade de vida na nossa cidade. Várias ONGs dos quatro cantos da cidade também compareceram, e aproveitaram para trocar idéias sobre o assunto.

Nesta edição, o Bici Rio foi especial porque recebeu nomes de peso como de Janette Sadik-Khan ex-Secretária de Transportes da cidade de Nova Iorque e atual Diretora de Transportes da Bloomberg Associates. A palestra dela foi uma das mais interessantes do evento.

IMG_1390Ela disse que é preciso criar uma rede abrangente, manter um sistema de compartilhamento eficiente e investir em locais para os cidadãos guardarem  a própria bicicleta no seu distino. Para ela não há dúvida de que o Rio está preparado para o desafio de criar uma infrestrutura cicloviária adequada.

Gostamos também do depoimento de Paulo Carvalho Ferragi que faz um trabalho importante no Conselho da Baixada Santista -Condesb.

Confira abaixo uma entrevista com o Subsecretário de Meio Ambiente que fizemos durante o evento:

 

porLucas Pavel

Camelo Urbano Reflexões: Eleições – 2014

Nnenhum dos candidatos a presidência do Brasil defende claramente o investimento em infraestrutura cicloviária. Entretanto, nem tudo está perdido! Pela primeira vez o assunto da bike foi abordado pelos candidatos ainda que de forma superficial.

Captura de tela 2014-09-29 às 05.33.42Eduardo Jorge prometeu reconhecer a bicicleta como amiga das cidades. Tentando não ficar atrás, Marina Silva, prometeu reduzir impostos para a produção de bicicletas e e assinou uma carta de compromisso com a mobilidade ciclista. Dilma disse que ainda estuda uma linha de financiamento para bicicleta na Zona Franca de Manaus. Já Aécio Neves, nada disse a respeito da bike.

Sob esta ótica Marina é com certeza a melhor opção.

Mas não basta deixarmos na mão dos políticos. Temos que continuar nos organizando e cobrando por investimentos pesados em infraestrutura cicloviária.

Alô Dilma, é hora de acordar, Axê!

 

porLucas Pavel

Camelo Urbano Reflexões: Dia Mundial Sem Carro 2014

dia_mundial_sem_carro_homeA vida de um ciclista urbano é um campo minado, na era do caos rotineiro, por causa das ruas dominadas por automóveis e ônibus. Vivemos um momento em que bicicleta começa ser encarada como uma opção de transporte, não apenas um lazer. Cada ciclista na rua representa um carro a menos e cada carro a menos diminui os engarrafamentos e melhora a qualidade do ar que nós respiramos.

Em São Paulo, mudanças na infraestrutura estão reduzindo o espaço para os carros e aumentando os de ônibus e de bicicletas. No Rio de Janeiro vemos a Prefeitura correr atrás e tentar dar para a nossa cidade o título de Capital da Bicicleta.

Essa “disputa” entre Rio e São Paulo não poderia ser mais saudável. Quem ganha são as pessoas. São Paulo quer chegar a 400 km de ciclovias em 2016 e o Rio estima que serão 450 km. Números bem próximos. E, além disso, o prefeito de SP Fernando Haddad investe no centro porque os moradores dessa região precisam se habituar a pedalar não apenas nas ciclofaixas de domingo, já o subsecretário municipal do meio ambiente do RJ, Sr. Altamirando Moraes, nos contou que tem como meta que até 2019 os deslocamentos com bicicleta cheguem a 15% (hoje em dia são apenas 5%). Uma meta bastante audaciosa.

Resumindo, o que vemos hoje é uma mudança de cultura, onde os governantes de grandes cidades embarcaram na onda da bicicleta e investem cada vez mais nessa área. Além desses investimentos, mudanças na legislação dão mais um empurrãozinho. Uma modificação dos costumes e na atitude das pessoas. Neste momento em que a prefeitura do Rio de Janeiro trabalha na expansão da malha cicloviária, é perceptível o crescimento do número de ciclistas nas ruas, ciclovias, ciclofaixas! Faltam campanhas de conscientização de diretos e deveres. Falta muito, mas nesse Dia Mundial Sem Carro podemos comemorar a lei municipal, 5% das vagas em shoppings, supermercados e novas construções devem ser reservadas aos ciclistas. Além do que, novos empreendimentos devem oferecer vestiários.

As cidades devem ser pensadas para as pessoas e não para os automóveis. Uma forma de pensar um tanto controversa, mas que está vindo para ficar. Por exemplo, o trabalhador americano e europeu, per capita, possuem mais carros que os brasileiros, mas sabem utiliza-lo de forma racional. Afinal o carro não é um problema, mas ele deve ser usado de forma inteligente, para transporte de distâncias mais longas.

porLucas Pavel

Camelo Urbano Novidades: Condomínio no Rio oferece bikes personalizadas para moradores

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Saiu no JB de ontem adoramos a notícia. Será lançado em Botafogo o primeiro empreendimento imobiliário que terá um sistema exclusivo de bicicletas gratuitas para os moradores. A idéia pega carona no sucesso que as bicicletas vem fazendo, e também no compartilhamento. Corrente ainda pouco explorada no Brasil, mas que vem se difundindo aos poucos, como uma forma de frear o consumismo exagerado vivido pela nossa sociedade. Com certeza isso é um diferencial, afinal, quem não gostaria de ter uma bicicleta sempre pronta, com a revisão em dia e os pneus sempre cheios no bicicletario do seu prédio? Aplaudimos de pé a iniciativa!

porLucas Pavel

Camelo Urbano Reflexões: Melhorias na Infra estrutura cicloviária Paulista

Camelo Urbano acredita que a equipe do secretário de Transporte, Jilmar Tatto vem desenvolvendo um bom trabalho, trazendo significantes melhorias para a cidade de São Paulo. O projeto de construção de ciclovia na Paulista do prefeito Haddad pode representar um momento decisivo para o aumento do uso da bicicleta como meio de transporte em São Paulo, que há anos está no limbo por conta de uma política urbana ultrapassada que tenta impedir o fortalecimento de projetos de criação de ciclofaixas e defende que os carros não podem ser esquecidos.

A iniciativa da prefeitura deu certo essa idéia de que os carros não podem ser esquecido, pode até parecer um tanto absurda, mas é o que vem defendendo alguns representantes do PSDB. Eles dizem que as obras, a começar em janeiro, afetarão gravemente o trecho da futura ciclovia na Paulista, Centro de São Paulo. As infra-estruturas cicloviarias fazem parte da política de transporte de Haddad, inciou em junho, testemunhamos a construção do primeiro trecho de ciclovia, que tira faixa de carro. A meta é abranger 400 Km, até o ano que vem; 200 Km ainda neste ano.

Queremos ver no Rio de Janeiro as ciclovias ocupando espaços inicialmente destinados a carros, com redução das faixas. Em São Paulo, a faixa de onibus da Av. Paulista passará a ter 3 mts (atualmente elas têm 3.8 mts) E as faixas de carros passarão a ter 2.8 mts, contra os 3 mts existentes atualmente. E, com essa mudança o canteiro central passará a ter 4 metros, com ciclovias em ambos os lados, o que vai facilitar a circulação – principalmente para os ciclistas urbanos. Com isso, o risco de acidente tende a diminuir.

Nesse primeiros meses de obras, as mudanças que ocorrem em São Paulo obviamente não agradam a gregos e troianos, mas os ânimos se exaltaram quando, essa semana, anunciou-se que as ciclovias chegariam a Av. Paulista e para isso, seria necessário diminuir as faixas destinadas ao carros. A maior parte das ciclovias ficam no centro de São Paulo e são voltadas para o desenvolvimento dessa forma de transporte.

O PSDB argumenta que projetos como esses precisam de estudo técnico e planejamento, e como parte da ciclovia passa perto do MASP, que é tombado, seria necessário o aval de órgãos estaduais (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico, que está ligado à gestão de Geraldo Alckimin) e órgãos municipais. Não resta dúvida que qualquer projeto cicloviario precisa de planejamento, para ser eficiente. Mas nos assusta essa movimentação do PSDB, contra a expansão da ciclovias em detrimento dos carros.

Os tucanos tem se manifestado que as ciclovias foram instaladas de forma impensada e tem causado “prejuízos importantíssimos” aos paulistanos. Ora, esse é o caminho natural que vemos acontecendo mundo afora. Porque aqui deveria ser diferente? Um projeto que se encaixaria perfeitamente na Av. Presidente Vargas, por exemplo, ou na Av. Brasil. As duas hoje apresentam um alto índice de acidente com bicicletas.

porLucas Pavel

Camelo Urbano Eventos: Não perca o Fórum da Mobilidade por Bicicleta

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Programe-se para descansar neste fim de semana, porque no próximo, nos dias 21, 22 e 23 de setembro, é tradicionalmente o comemorado o Dia Mundial da Bicicleta. Tudo começou em 2011 quando o Prefeito Eduardo Paes, assinou no dia 22 de setembro, o decreto 34.481 que liberava o estacionamento de bicicletas nos postes e grades da cidade. Na épocar o Prefeito admitiu que não existiam bicicletários suficientes e que até eles sejam instalados, as bicicletas poderiam ser estacionadas nos postes e gradis, mantendo sempre o bom senso.

O decreto veio depois que o Prefeito recebeu duras críticas por causa do choque de ordem que na época vivia reprimindo ciclistas que estacionavam suas bikes no centro. Atualmente, existem inúmeros bicicletários espalhados pela cidade.

Neste ano, não será diferente e a programação será intensa. O 4º Fórum Internacional da Mobilidade por Bicicleta – BiciRio 2014 – reúne muitos palestrantes entre especialistas, colaboradores, ciclistas em geral, cicloativistas, representantes de prefeituras brasileiras, ONGs, patrocinadores, para trocar experiências, ensinar dicas e discutir os rumos da bicicleta no Brasil. A escalação inclui Altamirando Fernandes Moraes (Subsecretário de Meio Ambiente da Cidade do Rio de Janeiro), Bruno Ramos (Subprefeito da Zona Sul), Ângelo Leite (Presidente da Serttel), Julio Cláudio Di Dio Pierre (Coordenador de Engenharia na Linha 4 do Metrô do Rio de Janeiro) e Janette Sadik-Khan (ex-Secretária de Transportes da cidade de Nova Iorque e atual Diretora de Transportes da Bloomberg Associates).

As atividades vão desde palestras mais teóricas a pedaladas práticas realizadas nas ciclofaixas e zonas 30 km de Copacabana em conjunto com as atividades do dia mundial sem carro – passando por um passeio ciclístico em comemoração ao Dia Mundial sem Carro. Nas pedaladas, você divide a ciclovia com nomes pesados dos mais diversos órgãos da cidade e pedala com eles. No final, pedala na Zona 30 que já ficou pronto em Copa e depois pode repetir na hora de ir para o trabalho de bike em vez de ir de carro, para se tornar um carioca sustentável.

O evento tem o patrocínio do Zona Sul além de propagar o Projeto de Sustentabilidade da rede de supermercados, que cada vez mais instala bicicletários na frente das suas lojas.

A Prefeitura do Rio vem investindo cada vez mais em infra estrutura cicloviária. O Rio hoje possui a maior malha cicloviária do País e é considerado uma cidade bike friendly, com o título de capital brasileira desse modal. Seu sistema cicloviário com 371 km de extensão. A meta é chegar a 2016 com 450 km. Além disso, o Rio de Janeiro foi a primeira cidade do brasil a ter um mapa cartilha cicloviário, desenvolvido pela Camelo Urbano. Atualmente, este mapa está em processo de atualização e será lançada a sua segunda edição.

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