Arquivo mensal maio 2013

porLucas Pavel

Zona 30

Já tem uma galera que esta simplificando a sua vida e prefere circular de bike pela cidade. Pedalar é um prazer para todo carioca que se dispõe a isso! Basta um pouquinho de coragem e disposição que dá para ir de bike sim!


Mas muitas pessoas nos perguntam por onde ir, já que em alguns trechos nossas ciclovias deixam a desejar… E, por isso, saímos em busca dessa resposta!


A partir de entrevistas com outros ciclistas durante nosso trajeto diário da gávea ao centro, percebemos que muitos optaram por pedalar em ruas com velocidade controlada (Zona 30) ou com poucas circulação de veículos.

Isso mostra que reduzir a velocidade dos carros é fundamental! Assim muitos acidentes poderiam ser evitados. 

Além disso, precisamos de mais Zonas 30. Ruas como essas dão mais segurança as pessoas que desejam adotar um camelo, mas ainda falta aquele empurrãozinho!


Vamos cobrar que isso realmente aconteça por aqui! Afinal, mais zona 30 = mais segurança = mais espaço para os ciclistas!



O Rio está a beira de eventos esportivos mundias de grande repercussão na mídia. Alô Prefeitura, é hora de acordar!

porLucas Pavel

Bicicletas de aluguel facilitam a vida dos turistas


De férias no Rio de Janeiro, este argentino aprovou as laranjinhas. Para ele, as bicicletas facilitam a vida dos turistas e são ótimas para conhecer a cidade. Veja o que ele contou: “para nós que somos de fora, é uma ótima opção de transporte pelo Rio. Só faltam mapas na hora dos deslocamentos e indicação de onde estão as estações de bicicletas”.
porLucas Pavel

Camelo Urbano Filmes: Restart-se.

Já assistiu o novo comercial da trident? Veja aqui. 

porLucas Pavel

Dá-lhe Buzina!

Buzina indicada
Quando se fala em buzina na bike, logo surgem dois grupos: aqueles que acham que a buzina é desnecessária e irritante e aqueles que defendem a buzina. 

Com o aumento das bikes circulando na cidade o perigo aumentou, pois as bikes não fazem nenhum barulho. Sugerimos o uso de buzinas, para alertar um pedestre, com este aviso todos já sabem que tem uma bike vindo e no mínimo dão uma olhada para ver o que se passa.

Acreditamos que pedestres e ciclistas são peças fundamentais para uma cidade mais humana e divertida e devem se unir e se respeitar sempre e cada vez mais. Portanto pedimos aos ciclistas que andem com atenção  e com respeito ao pedestre e claro: trim trim para avisar que estão por perto, pedindo passagem.
porLucas Pavel

Camelo Urbano Ativismo: Motorista de ônibus, o vilão da vez

“O vilão da vez é o motorista de ônibus. “Sem punição, ônibus não param de matar no Rio”, lê-se na capa do jornal O Globo de 1o de maio. Dado que ônibus não dão a partida por conta própria e saem por aí atropelando pessoas a esmo, resta evidente que quem não “para de matar” são seus motoristas. Em tom apelativo, a manchete estabelece uma relação de causa e efeito cujo efeito é obscurecer o entendimento das diversas causas que contribuem para dar forma à violência no trânsito. Não se fala em traços culturais, como o individualismo predatório, a falta de educação generalizada, inclusive de ciclistas, ou o desprezo arraigado pelas leis. Não se fala em aspectos estruturais, como o trânsito cada vez mais caótico, resultado de um projeto de cidade pensado para atender ao interesse de grandes empresas, ou o pouco investimento em ciclovias, ou ainda o relacionamento promíscuo entre a Fetranspor e o poder público carioca. Nada disso: as fronteiras que definem o terreno em que deverá ser debatida a questão da violência no trânsito são demarcadas exclusivamente por duas noções, vigiar e punir.”

Siga lendo o texto do Antonio Engelke na Pittacos.

De: Urbe

porLucas Pavel

Camelo Urbano Reflexões: ônibus x população

Visorama
O acidente que ocorreu com um ciclista na praia de Ipanema  levou as autoridades reunir-se para um debate na busca de uma solução e fez a população despertar em uma grande manifestação de repudio ao descaso de como sao tratados aqueles que de certa maneira estão buscando alternativas saudáveis para conviver no dia dia das grandes cidades.
Que soluções estão sendo propostas pelos nossos dirigentes não sabemos pois as soluções estão sendo tratadas a portas fechadas  e com a associação de ciclismo do Rio de Janeiro  para tratar um episódio isolado. Claro que ja é um começo , mas não e tudo. Trocar Ipanema e Leblon pelo Aterro do Flamengo para pratica do ciclismo é ou pode ser uma boa para o treino (das 3:30 hs até as 5:30hs) mas não e solução.

Todos os dias o jornal noticia um acidente envolvendo ônibus , seja por atropelamento ou por batidas entre veículos ou como o caso daquele que tombou de um viaduto provocando morte e feridos. Não ouvi ou li que a prefeitura e o governo do estado tenha se reunido com os empresários de ônibus e a federação de transporte ou com a agencia de reguladora se é que ela existe aos moldes daquela que multam as empresas de telefonia por maus serviços ao consumidor (Anatel).

Solução de apertar o cerco dos motoristas para serem multados é solução para arrecadar mais dinheiro, todo mundo que participa de qq debate ou lê as soluções encontradas em outros países para melhorar a circulação de pessoas por meio de transportes sejam eles de massa , de carro ou alternativos como de bike passa por uma grande mudança estrutural e uma forte contada política.

A primeira grande mudança é restringir a circulação de carros, diminuindo o locais de estacionamentos e diminuindo a velocidade permitida aos veículos . Em nenhum lugar do mundo a velocidade dentro do perímetro urbano é maior que 45km/h. Em nenhum lugar do mundo ônibus circula em qq pista das vias urbanas, sempre estão a direita .

Nos países asiáticos costuma ser muito confuso o transito , mas ninguém anda a mais de 20 km/ h.

Está na hora de um grande debate e de vontade política antes que se instale um no no transito para sempre. Está na hora de valorizar os espaços urbanos para os cidadãos , melhorando as calçadas e proporcionando espaços para mobilidade  sustentável. Está na hora d e melhorar o transporte sobre trilhos e restringir o numero de linhas de ônibus que transitam para as mesmas direções.

A vida não vale nada quando acaba mas devemos valoriza-la enquanto vivemos.
porLucas Pavel

Camelo Urbano Notícias: Rio de Janeiro, capital da bicicleta?

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Os esforços da cidade do Rio de Janeiro para se tornar mais amiga da bicicleta têm sido amplamente reconhecidos na comunidade internacional. A cidade, que recebeu uma menção honrosa no Prêmio Transporte Sustentável 2013, agora aparece em 12º lugar no ranking Copenhagenize Index 2013, que analisa as 150 cidades do mundo mais amigas da bicicleta aparecendo na frente de Paris e Barcelona.
O Rio, que já havia aparecido em 18º lugar no ranking de 2011, foi uma das poucas a subir de posição. A razão disso são as iniciativas lideradas pela Prefeitura: o programa “Rio, capital da bicicleta”, a implantação do Bike Rio e o aumento da malha cicloviária dos 300kms atuais com a meta de 450km até 2016. Vale também o esforço que a sociedade tem feito para mudar a cultura na cidade. A bicicleta está, sem sombra de dúvida, cada vez mais inserida no cotidiano do carioca. 
No entanto, apesar de todo reconhecimento, para que a cidade seja de fato amiga do ciclista há muito trabalho por fazer.
Nesta semana, tivemos mais um caso trágico de acidente. Entre janeiro e março de 2013, chegou a 53 o número de mortes por acidentes de trânsito no Rio.
Como mudar este cenário?
Quem deve ser responsabilizado?
Até quando veremos acidentes e casualidades de trânsito impunes?
Precisamos, com urgência, rever o pacto social das ruas do Rio.
A Prefeitura deve liderar o processo no âmbito municipal, mas todos somos responsáveis, temos direitos e deveres, e não devemos nos eximir.
A expansão de infraestrutura deve ser priorizada. Precisamos, acima de tudo, acalmar o tráfego, ou seja, reduzir a velocidade dos carros, dos ônibus, das vans. A experiência de Zonas de 30 km/h, iniciada em Copacabana, precisa ser amplamente difundida na cidade, e fiscalizada com rigor. Assim, a Prefeitura estará criando áreas seguras para o uso da bicicleta através de restrições ao uso do carro particular.

Como podemos justificar a velocidade na praia ser de 70 km/h?
Em paralelo, será importante uma campanha de educação no trânsito, que foque no compartilhamento do espaço público, nos direitos e deveres de todos os cidadãos para usarem e desfrutarem da cidade. Tal campanha precisa ser pensada de forma mais incisiva, envolvendo o sistema educacional, as empresas de ônibus, os órgãos públicos, o setor privado.
Código de Trânsito Brasileiro, de 1998, define direitos e deveres quanto ao uso da bicicleta. Precisamos, todos – ciclistas, pedestres, motoristas – estarmos mais conscientes sobre o papel de cada cidadão ao compartilhar as ruas. Devemos sempre buscar proteger os mais vulneráveis, e contribuir para que o Rio seja uma cidade onde andar de bicicleta seja, de fato, uma opção segura, confortável e conveniente para todos seus cidadãos e visitantes.

By ITDP

porLucas Pavel

O Rio no raking das cidades Bike Friendly – 2013

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Essa semana saiu o Ranking 2013 do Copenhagenize! Como grande surpresa vemos o Rio de Janeiro subindo 6 posições, passando de décima oitava para a décima segunda, como uma cidade bike friendly! Conforme falado aqui, diferente de 2011, dessa vez, nossa cidade ficou na frente Paris e Barcelona.

A pesquisa, que é muito importante, avalia diversos aspectos das cidades, para chegar a uma nota final. Dentre as categorias analisadas estão a cultura da bicicleta, infraestrutura, sistema de bicicletas, segurança, planejamento urbano, entre outros!
Do total de 100 pontos possíveis, o Rio ficou com 56 pontos! Claro que ainda temos muitos pontos pela frente, mas não podemos deixar de comemorar esse reconhecimento!

Como pontos de melhoria para o Rio, o Copenhageniza recomenda:
– Redução dos limites de velocidade (70km/h nas orlas é absurdo)
– Investimento em urbanismo, transporte público e ciclovias

Como muito bem analisado na pesquisa, reproduzimos aqui e assinamos embaixo!
Now is the time for Rio. What the city does now, in the lead up to the Olympics and World Cup, will determine the future of mobility in the city.

porLucas Pavel

Camelo Urbano Filmes: japan – bicycle society

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