Arquivo mensal agosto 2017

porLucas Pavel

Massa!!!


O movimento Massa Critica começou quando muitas pessoas, se reuniam para falar de política, beber cerveja e muitos iam de bicicleta. Por conta disso, decidiam voltar para casa juntos e, numa ida para casa, como o número de pessoas era muito grande as ruas eram até trancadas. O principal é lembrar que o movimento não é feito para protestar, mas sim para fazer novos amigos.

porLucas Pavel

Diário de bike Saracuruna

Utilizando os trens, o ciclista que sai da Zona Sul por exemplo, pode fazer una conexão em Saracuruna e seguir na maria fumaça até a Estação de Inhomirim, no sopé da serra de Petrópolis e dar uma volta na antiga estrada histórica (antiga Estrada Estrela) de acesso à cidade imperial e cheia de cachoeiras. Da mesma forma que o ciclista de Caxias, pode fazer o caminho inverso e desembarcar de bike em Ipanema e dar um mergulho no mar. O carioca pode conhecer melhor recantos do seu estado com a liberdade de transportar sua bicicleta. Isto é muito positivo e representa mais uma forma de transporte modal eficiente.

porLucas Pavel

Feminismo na bike é uma realidade

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Parece que o assédio não dá trégua para as mulheres nem quando elas estão na bike. Muitas são as notícias e os relatos de assédio que mulheres sofrem durante uma simples pedalada. Os homens se acham no direito de falar gracinhas, usar apelidos, fazer cantadas para as mulheres pelo simples fato de elas estarem circulando pelas ruas na magrela.

Num mundo cada vez mais machista onde o estupro não só continua acontecendo, como ainda encontra justificativas, sempre culpabilizando a vítima, qualquer cuidado é pouco. Não dá para aceitar gracinha, nem a mínima que seja, porque elas sempre carregam um grau de opressão.

Em posse desse conhecimento, vários grupos de mulheres ciclistas têm pipocado em grandes cidades brasileiras para assegurar os direitos delas. É o caso das Pedalinas (São Paulo), Cíclicas (Porto Alegre), Meninas ao Vento (Salvador), Ciclanas (Fortaleza), Pedal de Salto Alto (BH) e muitos outros.

O movimento das meninas é muito bacana e precisa continuar! Bom pedal e boa luta, meninas!

porLucas Pavel

O elefante branco chamado estacionamento coletivo

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A Holanda acaba de anunciar a construção do maior estacionamento de bicicletas do mundo. A obra de grandíssimo valor para a mobilidade urbana tem capacidade para 6 mil bicicletas e está localizada na cidade de Utrecht.

Se você acha isso grande, pense no terminal Menezes Cortes, no Rio de Janeiro. Ele pode abrigar 3500 carros. Estudiosos do assunto têm comentado que a verdade é que quanto mais você cria vagas para carros, mais você estimula que eles apareçam no trânsito. E outra verdade é que não há espaço para todos os carros, ou seja, alguns bons milhares de cidadãos irão fatalmente perder tempo de suas vidas procurando vagas diariamente. E se um automóvel ocupa o lugar de nove bicicletas, a matemática é simples. Teríamos condições e espaço para ter um estacionamento de bicicletas muito maior que o de Utrecht no Rio.

Não dá para esquecer o exemplo de  The Shard, o edifício mais alto da Europa, localizado em pleno coração de Londres e que conta com apenas 48 vagas de estacionamento para as milhares de pessoas que, todos os dias, ocupam os 87 pavimentos. A maioria dessas vagas está destinada a trabalhos de carga e descarga, ou são reservados a pessoas com deficiências. Se esse edifício fornecesse estacionamento abundante, além de gratuito, o trânsito na região onde se encontra simplesmente entraria em colapso diante da chegada em massa de veículos a um único ponto.

E é isso que temos feito nas grandes cidades brasileiras. Temos incentivado o colapso.

porLucas Pavel

Conheça Mais Sobre o Artista Urbano Kobra

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Em entrevista ao Programa Vamos Pedalar (disponível também no Youtube), o artista Eduardo Kobra – que ficou bem conhecido por causa dos seus grafites no Porto Maravilha – fala sobre sua experiência com a bicicleta. Ele diz que nunca foi muito envolvido com esportes, mas o condicionamento físico sempre foi algo importante, especialmente por causa de sua carreira artística. Ele flertou com a natação, mas diz que com a nova infraestrutura na qual as grandes cidades brasileiras têm investido, pedalar tem sido cada vez mais possível e agradável.

Segundo ele, tanto caminhar quanto pedalar possibilitam ter uma visão diferenciada da cidade. Você tem a chance de conhecer pequenos comércios, obras de arte urbanas e ruazinhas e todo o seu derredor, locais esses que passariam despercebidos de carro por exemplo.

Para ele, pedalar é bom para o ciclista, pois ajuda a relaxar, desenvolver um hobby, melhorar a saúde, mas também é bom para a cidade como um todo. Todos saem lucrando. Até aqueles que continuam no carro porque ao menos é uma pessoa a menos a engarrafar as ruas.

Aliás, esse benefício global para as cidades é uma tecla na qual temos batido há bastante tempo e essa luta precisa continuar. Precisamos diminuir o número de carros e de acidentes e aumentar o número de ciclovias. E, principalmente, nas escolas, educar os alunos e fazê-los perceber a bicicleta como meio de transporte viável.

Se você ficou curioso ou curiosa, confira a entrevista na íntegra.

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