Arquivo mensal maio 2016

porLucas Pavel

Buzina de bicicleta “trim trim!”

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Não se questiona a necessidade de estar bem protegido. Buzina na bike: desnecessária e irritante X defendem a buzina ?

Em nossas andanças diárias na ida e vinda do trampo, observamos cada vez mais bikers circulando na cidade. Com isso, o perigo aumentou e como as bikes não fazem nenhum barulho e como não é legal ser adepto do grito “Sai da freenteeee!!”, vale a pena experimentar o uso de buzinas, para alertar os pedestres. Basta um “trim trim!” e todos já ficam em alerta!

Acreditamos que o uso de buzina no ambiente urbano melhora o convívio entre pedestres e ciclistas e serve não só como peça fundamental essencial para a segurança do ciclista urbano. A buzina também aumenta o respeito entre ciclistas e pedestres. Portanto, pedimos aos ciclistas que andem com atenção  e com respeito ao pedestre e, claro, sempre com uma buzina na hora de avisar que estão por perto, pedindo passagem.

É um jeito civilizado de sinalizar sua passagem, sem aumentar a poluição sonora da cidade, trazendo mais harmonia entre os utilizadores do espaço urbano.

porLucas Pavel

A revolução da vaquinha

 

 

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Hoje em dia o sistema de financiamento chamado crowdfunding tem ganhado cada vez mais espaço entre as empresas iniciantes brasileiras. Um dos grandes benefícios desse sistema é a possibilidade de fazer pesquisas de mercado, testar e pilotar ideias etc.

Outro benefício é a expansão internacional. A empresa Vela Bikes, por exemplo, depois de lançar campanha nacional no Catarse, adquirindo R$46 mil, acima da meta, eles lançaram no ano passado campanhas no Indiegogo e no Kickstarter, obtendo US$45 mil. No início da campanha, as magrelas podiam ser encontradas por R$3 mil, agora já chegam a R$4 mil.

No entanto, é preciso ressaltar que o modelo não serve para qualquer empresário nem para qualquer negócio. O produto oferecido precisa ter a ver com o público que acessa esse tipo de plataforma, geralmente jovens entusiastas da tecnologia. Se o produto for voltado para vovós do interior, certamente ele fracassará.

 

porLucas Pavel

Nem velozes, nem furiosos

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São Paulo pisa o pé no freio, com a nova medida criada pelo prefeito Haddad. Ele instituiu a chamada “Área 30”, quadrilátero envolvendo 4 vias na zona oeste da cidade onde a velocidade não pode ultrapassar o limite de 30km/h.

O objetivo desse gesto é reduzir riscos de acidentes, harmonizando o espaço público e as diversas formas de deslocamento dos cidadãos. A empresa municipal responsável pela gestão do trânsito na cidade diz que a velocidade de 30km/h faz o risco de morte cair pela metade se comparada com a velocidade de 40km/h.

Esse tipo de medida realizada pela prefeitura de São Paulo deve ser multiplicada por vários municípios do país. Nós da Camelo Urbano entendemos que o espaço da rua é um ambiente de co-participação e velocidades altas colocam em risco seu usuário mais vulnerável: o pedestre.

Porém, propostas de redução sem fiscalização de nada valem. O limite tem que ser imposto, mas também deve estar prevista a instalação de dispositivos eletrônicos que garantam o cumprimento da regra, como pardais ou mecanismos parecidos.

porLucas Pavel

O NOVO RIO

Ciclo Rota do Centro, com Clarisse Linke, do ITDP, Zé Lobo, do Transporte Ativo (de blusa preta) e Pedro Rivera, do Studio-X, na Avenida Rio Branco - Monica Imbuzeiro / Agência O Globo Read more: http://oglobo.globo.com/cultura/artes-visuais/projetos-cariocas-de-arquitetura-coletiva-serao-apresentados-na-bienal-de-veneza-19381889#ixzz49sUzYOXP

Monica Imbuzeiro / Agência O Globo

Não tem como negar a importância simbólica e prática das mudanças que estão sendo feitas no Centro do Rio. Com a instalação dos novos bondes cariocas e a “extinção” das ruas, a região foi repaginada, ganhando um espaço bastante considerável (antes impossível) de circulação para ciclistas, skatistas e, obviamente, pedestres.

A mudança reflete uma preocupação já antiga da Camelo Urbano que é a implantação de projetos pró-ciclismo que foquem no uso cotidiano, orgânico da bike, em vez de iniciativas voltadas para o uso recreativo da magrela. Em outras palavras, é muito mais relevante você poder ir trabalhar com sua bicicleta do que ficar circulando na orla de Copacabana com ela.

O projeto foi desenvolvido por Clarisse Linke, do Instituto de Políticas de Transporte e Desenvolvimento; Zé Lobo, da organização da sociedade civil Transporte Ativo (ao centro); e o arquiteto Pedro Rivera, do Studio-X. Em frente conjunta, eles fizeram um estudo incluindo contagem de ciclistas, medição de vias, entre outros, e entregaram para Eduardo Paes. Ou seja, um gesto de total legitimidade por vir da sociedade civil.

A malha prevista é de 33 km, das quais apenas 3,5 km foram entregues. A previsão é que tudo seja entregue até 2020, prazo que nós da Camelo Urbano consideramos muito longínquo. Votamos por ações mais ágeis!

 

porLucas Pavel

Sobre porque a Holanda não investiu em compartilhamento de bikes

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Embora algumas pessoas gostem de salientar que na Holanda o famoso sistema de bike-sharing é virtualmente inexistente, a questão é que o sistema de uso de bicicletas no país é bem mais avançado. Existe na verdade uma maior integração da bike com outros meios de transporte.

Como na Holanda a utilização da bicicleta como meio de locomoção se deu de forma muito estrutural, atingindo a população em cheio, não houve a necessidade de criar um sistema de compartilhamento para fomentar seu uso entre a população. Esse sistema é mais comum em países onde essa adesão não ocorreu.

Na Holanda, existe o sistema chamado OV-Fiets, realizado pela companhia de trem nacional. Você paga 100 euros por ano ou 3,15 para uso diário. Esse sistema te dá acesso a 250 lugares no país.

Esse sistema é muito vantajoso se você estiver viajando de uma cidade para outra. Na Holanda, você pode levar sua própria bike no trem, porém precisa pagar por isso, a não ser que seja uma bicicleta dobrável.

Inclusive, novas OV-bikes acabam de ser lançadas em abril, com maior espaço para bagagem, um ajuste melhor no selim e uma estrutura de alumínio mais leve. O resultado é fantástico!

porLucas Pavel

A internet nas coisas

O casaco deverá estar pronto em 2017 e quer ser uma inspiração para toda a indústria

O casaco deverá estar pronto em 2017 e quer ser uma inspiração para toda a indústria

A Levi’s acaba de fazer mais uma inovação no sentido de integrar bike, tecnologia e moda. Como já havíamos falado aqui, a marca criou jeans para ciclistas, o Levi`s Commuter.

Agora, a empresa deu um passo à frente e resolveu revolucionar. Na esteira dos movimentos que prevê a inclusão da internet nas coisas, e não só no celular ou na TV, a loja acaba de criar um supercasaco no melhor estilo cinto de utilidades do Batman! Ele é conectado ao Google e é capaz de aceitar ou rejeitar chamadas de telefone, acessar mapas ou avançar na próxima música da playlist. Tudo de uma forma prática que não distrai a atenção do ciclista, evitando, assim, vários acidentes.

O projeto é uma tela em branco, pois pode-se usar a mesma tecnologia no futuro e acrescentar novas funcionalidades. O modelo ainda deve levar um tempo para chegar no Brasil, mas o movimento já é muito interessante e merece ser copiado.

Maravilhe-se com esse vídeo:

porLucas Pavel

o fim da muleta

http://www.bicicletainfantil.net/

http://www.bicicletainfantil.net/

É muito comum no Brasil as crianças usarem bicicleta com rodinha quando estão aprendendo a andar de bike. Porém, várias são as críticas a esse tipo de mecanismo para ensiná-las a pedalar.

Primeiro, a bicicleta com rodinha não é uma bike, mas um quadriciclo disfarçado. A criança não tem a experiência real da bicicleta. Isso porque o principal não está sendo desenvolvido, que é: o senso de equilíbrio. Ele é fundamental para que a criança possa pedalar um dia. É por isso que a transição para a bicicleta comum às vezes é tão traumática para alguns. Além disso, ela é difícil de treinar em terrenos de qualquer tipo. As rodinhas tiram muito a mobilidade.

Um tipo de bike que está sendo bem usado agora são as chamadas balance bikes (bicicletas de equilíbrio). Elas não têm os pedais e permitem que a criança possa testar sozinha os limites do equilíbrio. Além disso, a criança fica em pé, sentindo-se mais segura para testar. A questão das diferentes formas de terreno e irregularidades também fica resolvida. Além disso, na bicicleta de equilíbrio, o selim pode ser ajustado a 30cm do chão, mais adequado para os menores, que têm as pernas curtas.

É o fim da muleta que a bicicleta de rodinha representa!

porLucas Pavel

Marina para todos

Marina da Glória foi totalmente revitalizada

Marina da Glória foi totalmente revitalizada

A Marina da Glória, espaço antes apenas reservado para donos de embarcações, acaba de ser totalmente liberada para pedestres. O local não contém mais as grades que o separavam o Aterro. A orla entre o espaço público e o Aeroporto Santos Dumont está agora totalmente aberta à circulação dos pedestres.

A nova Marina da Glória é um legado olímpico que será palco das competições de vela. E a medida vem para corrigir um problema que surgiu desde a criação do aterro, pois esse espaço nunca foi uma marina pública de fato.

Após os Jogos Paraolímpicos, o local terá um novo parque, com ciclovia, mirante e árvores nativas.

 

porLucas Pavel

RIO BOULEVARD

Prestes a ser aberto, modal foi um ganho.

Prestes a ser aberto, modal foi um ganho.

Em entrevista recente ao Estadão, o professor de geografia da Uerj, Gilmar Mascarenhas falou sobre as Olimpíadas e suas repercussões para a cidade do Rio de Janeiro. Gilmar é especialista e estuda os impactos de megaeventos nas cidades.

Nas palavras do professor, um dos grandes benefícios que o evento trouxe para o Rio foi a construção do VLT (Veículo Leve Sobre Trilhos). O sistema, que se assemelha ao tram (uma espécie de bonde), figurinha muito comum em várias cidades europeias, traz bastante benefícios para a cidade. Ele se encaixa num modelo arquitetônico conhecido como boulevard. No boulevard, a rua se torna um espaço muito mais harmônico e também mais humanizado. Existe uma faixa para os trilhos do tram, uma ciclovia, algumas árvores e algum (limitado) espaço para carros e ônibus. A ideia é justamente desafogar o trânsito, eliminando dele a lógica “carrocêntrica” dominante.

No caso do Rio, ganhar uma malha de VLT no Centro da cidade foi um ganho. A malha é extensa, silenciosa e agradável. Perfeita para um Centro tão poluído, sonora a visualmente.

Gilmar também salienta a construção do Parque Radical em Deodoro, uma dos grandes ganhos para a área suburbana da cidade. A prefeitura prevê que, depois das Olimpíadas, o Parque irá se tornar um parque de uso público.

O especialista também comentou alguns impactos passíveis de crítica, como um maior foco na Barra, em detrimento de outras áreas mais centrais na cidade, pouca valorização do Eixo Zona Sul – Zona Norte, alguns elefantes brancos também. Obviamente, toda medida pode trazer consequências condenáveis, mas o saldo final parece positivo em relação aos impactos para a população carioca.

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