Arquivo mensal julho 2015

porLucas Pavel

Groningen, A Cidade das Bicicletas

Veja a reportagem sobre o uso das bicicletas em Groningen, o principal meio de transporte da Holanda.

 

 

porLucas Pavel

Mc Bike – Um dia especial em Copenhagen

Copenhagen tem uma cultura da bicicleta muito forte, comparável a de Amsterdam. Nesse gancho, o Mcdonalds preparou uma campanha promocional voltada para isso. A campanha feita em 24  cidades, no dia 24 de março, inclusive no Rio de Janeiro, focou no que a cidade tem de melhor.

porLucas Pavel

SOBRE A INSERÇÃO DAS CICLOVIAS NA VIDA DAS CIDADES

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O ciclista urbano melhora uma vez que sai da pedalada simplesmente divertida para o uso da bicicleta como meio de transporte para o trabalho. Isto ocorre meio que em consequência das dificuldades de deslocação nas grandes cidades brasileiras. O tráfego cada dia mais pesado leva mais pessoas a descobrirem a bicicleta como uma alternativa eficiente e mais rápido que o transporte convencional. Em curtas e médias distâncias, andar de bike é mais barato, não poluente e bom para a saúde.

De acordo com o artigo 58 do Código de Trânsito Brasileiro, a circulação de bicicletas deverá ocorrer quando não houver ciclovia, sempre no lado direito das vias e na mão certa. Os motoristas devem respeitar o ciclista e conservar sempre uma distância de um metro de meio do ciclista. O ciclista por sua vez deve sempre respeitar o pedestre e evitar acidentes. Nas ciclovias compartilhadas, o pedestre tem a preferência. As ciclovias devem ser respeitadas pelos veículos e obstruí-las e estacionar nelas são infrações sujeitas a multa. Acontece que na prática a realidade é bem diferente e o ciclista ainda está sujeito a riscos.

Um caso recente de inserção delicada é a que está acontecendo no bairro de Laranjeiras. Parte de um projeto da Secretaria do Meio Ambiente de ligar Cosme Velho, Laranjeiras, Botafogo e Flamengo ao Aterro, a medida ainda encontra resistência por parte de alguns moradores da região. Obviamente, isso é uma questão de hábito também. Foram anos acostumados a estacionar no local. É compreensível que haja alguma relutância inicial, mas ela precisa ser combatida. Os benefícios são gigantes.

A cultura da bicicleta deve ser inserida de vez na vida das pessoas. Nada melhor do que conquistarmos o direito de poder ir e vir de bike com segurança e com o apoio da prefeitura. É esse nosso sonho e por aí caminha a nossa motivação. O Camelo Urbano acredita que é chegada a hora de ser criada uma infraestrutura cicloviária adequada para fazer da bicicleta um meio de transporte eficiente e alternativo aos meios tradicionais de transporte.

porLucas Pavel

RIO FICA NA LANTERNINHA

O pesquisador e arquiteto Alziro Neto, realizou um estudo comparando a malha cicloviária de cinco cidades do mundo: Bogotá, Copenhague, Londres, Nova Iorque e Rio de Janeiro. E, infelizmente, para nós cariocas não é uma surpresa que o Rio tenha ficado na lanterninha na comparação com as outras cidades. Neto usou cinco critérios para fazer essa pesquisa: clima, relevo, segurança, o papel do carro e infraestrutura. Dentre esses critérios, apenas o clima é favorável no Rio. É mais cômodo para o ciclista carioca pedalar na sua cidade já que ele não precisa lidar com as chuvas de Londres ou Copenhague. Porém, em todos os outros quesitos, a nota foi vermelha.

Segundo Neto, existe bem mais espaço para os carros do que para as magrelas no Rio. Em seu estudo, ele também afirma que a malha cicloviária carioca foi feita de modo descontinuado. Começa numa rua, depois é interrompida, depois continua na calçada, depois pula para o outro lado da via. Muito confuso e arriscado. Também não há infraestrutura para ligar a bike aos outros meios de transporte, sem falar da falta de segurança pública. Outro ponto apontado por Neto é o fato de a ciclovia ficar a cargo da pasta da Secretaria do Meio Ambiente no Rio. Ele acredita que ela deveria ser encargo da pasta de Transporte. De acordo com Neto, isso só confirma que o governo vê a bicicleta como opção de lazer e não como transporte. Abaixo você encontra o quadro comparativo feito por Alziro Neto em seu estudo.

Neto usou cinco critérios para fazer essa pesquisa: clima, relevo, segurança, o papel do carro e infraestrutura. Dentre esses critérios, apenas o clima é favorável no Rio. É mais cômodo para o ciclista carioca pedalar na sua cidade já que ele não precisa lidar com as chuvas de Londres ou Copenhague. Porém, em todos os outros quesitos, a nota foi vermelha. Segundo Neto, existe bem mais espaço para os carros do que para as magrelas no Rio. Em seu estudo, ele também afirma que a malha cicloviária carioca foi feita de modo descontinuado. Começa numa rua, depois é interrompida, depois continua na calçada, depois pula para o outro lado da via.

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porLucas Pavel

CORRER, CONVERSAR E PEDALAR

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Foto: Politiken 2015

As “pistas de conversação” de Copenhague foram desenhadas para gerar o espaço necessário para os ciclistas pedalarem lado a lado confortavelmente. O termo foi cunhado quando as ciclovias em Nørrebrogade estavam sendo ampliadas para criar um uma nova faixa para ciclistas numa antiga faixa de rodagem para carros: a chamada “Fast Lane” (pista rápida). Para diferenciá-la da nova faixa, a faixa de ciclistas que já existia foi batizada de “Pista de Conversação”. O termo cumpriu a função de formalizar e agregar um valor positivo ao aspecto social do ciclismo. Ciclistas mais apressados, por outro lado, podem usar exclusivamente a “Fast Lane”, ao passo que toda a infraestrutura cicloviária pode ser usada, sem restrições, pela maioria de ciclistas “normais”.

A cidade de Copenhague estipulou para si mesma a meta de transformar 80% de todas as suas sofisticadas ciclovias em pistas de conversação, devido ao alto valor que isso atrela ao aspecto social do ciclismo. Com suas pistas rápidas e de conversação, Copenhague, por um lado, atende às demandas dos seus ciclistas de velocidade, ao mesmo tempo que promove um ciclismo mais urbano e social para o público geral. 

porLucas Pavel

Dando vida as Laranjeiras!

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A ciclovia de Laranjeiras está quase pronta e nós do Camelo Urbano damos os parabéns para a Prefeitura. Estivemos lá para conferir e gostamos da iniciativa. Esta nova opção de caminho é muito importante! Porém não podemos deixar chamar a atenção dos motoristas e dos ciclistas para a falta de uma faixa separada para bicicleta em um trecho da Rua Cosme Velho.

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Quem passa por ali, devem ter atenção redobrada. Isso tudo porque a CET-RIO não autorizou a redução da pista do carros. Mas, com respeito e paciência tem lugar para todo mundo.

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Já na Rua das Laranjeiras a ciclovia esta sendo construída parte na calçada, parte na rua, porém com uma demarcação exclusiva para faixa das bicicletas. Em alguns fóruns de discussão vimos muitas reclamações sobre as obras da ciclovia nesse bairro. A ciclovia é perfeita? Não. Poderia ser melhor? Sim. Mas isso não deveria invalidar a conquista dos ciclistas no espaço urbano. Qualquer processo de transformação divide opiniões. Acreditamos que temos que analisar essas mudanças de uma ótica diferente. Finalmente, a cultura da bicicleta na cidade começa a andar com rodas próprias.

Isso com certeza vai ajudar as pessoas usarem o carro apenas quando imprescindível! A longo prazo o resultado só pode ser positivo.

Bom fim de semana e ótimos passeios!

 

 

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