Camelo Urbano Ativismo: Motorista de ônibus, o vilão da vez

porLucas Pavel

Camelo Urbano Ativismo: Motorista de ônibus, o vilão da vez

“O vilão da vez é o motorista de ônibus. “Sem punição, ônibus não param de matar no Rio”, lê-se na capa do jornal O Globo de 1o de maio. Dado que ônibus não dão a partida por conta própria e saem por aí atropelando pessoas a esmo, resta evidente que quem não “para de matar” são seus motoristas. Em tom apelativo, a manchete estabelece uma relação de causa e efeito cujo efeito é obscurecer o entendimento das diversas causas que contribuem para dar forma à violência no trânsito. Não se fala em traços culturais, como o individualismo predatório, a falta de educação generalizada, inclusive de ciclistas, ou o desprezo arraigado pelas leis. Não se fala em aspectos estruturais, como o trânsito cada vez mais caótico, resultado de um projeto de cidade pensado para atender ao interesse de grandes empresas, ou o pouco investimento em ciclovias, ou ainda o relacionamento promíscuo entre a Fetranspor e o poder público carioca. Nada disso: as fronteiras que definem o terreno em que deverá ser debatida a questão da violência no trânsito são demarcadas exclusivamente por duas noções, vigiar e punir.”

Siga lendo o texto do Antonio Engelke na Pittacos.

De: Urbe

Sobre o Autor

Lucas Pavel administrator

1 comentário até agora

SaraPostado em7:07 pm - maio 31, 2013

A verdade é que você atender a essas pessoas, uma vez viajou para Buenos Aires, que têm muita esperança serviço de ônibus para viajar em algum momento, eu obter um Aluguel apartamentos buenos aires

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