Camelo Urbano Reflexões: Hoje existe muita gente que esta indo a todo lugar de bike!

IMG_7160A história recente do Rio nos ensina que esta foi uma das primeiras cidades brasileiras a pensar em infra-estruturas cicloviárias, em especial a partir dos anos 80 E hoje tem expandido as ciclovias para que até 2016 chegue aos 450 Km. O sistema de compartilhamento de bicicletas do Itaú, tem contribuído bastante para que pessoas descubram o prazer que é pedalar por aqui, consolidando o Rio de Janeiro, como uma das cidades mais bike-friendly do Brasil.

Nas ciclovias da cidade vemos um constante crescimento no volume de ciclistas, que cada vez mais, disputam esse espaço com os  pedestres. Com o crescimento, há uma necessidade de adaptação, e a cidade está evoluindo bastante.

Entretanto e infelizmente ainda existem muitos bairros que não possuem uma ciclovia adequada e, quando existe uma, muitas vezes está mal sinalizada e mal fiscalizada o que dificulta e desestimula o seu uso pelas bikes.

Mas como a gente é brasileiro e não desiste nunca, reforçarmos sempre a idéia que é uma delícia pedalar pelo Rio, principalmente nesses dias de inverno, especialmente pelos bairros do Jardim Botânico, Lagoa, Humaitá e Botafogo.  Só não entendemos porque a ciclovia da Rua Humaita não segue ali pelo meio até Botafogo criando um caminho mais convidativo para os ciclista até a cobal.

Além de mais ciclovias, nós cariocas queremos mais ruas com velocidade controlada (nos moldes do que já vem sendo feito em Copacabana). Com este tipo de controle, as bicicletas poderiam tranquilamente dividir o mesmo espaço que os automóveis, no caso de falta de ciclovia.  O nosso Código de Trânsito Brasileiro de 1998, em seu artigo número 61, §1,d, define que a velocidade máxima permitida nas vias locais, mesmo quando não existir sinalização, será de trinta quilômetros por hora. Pena que essa regra não está clara para todos.