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Esse movimento de abertura da rua para o pedestre sempre beneficiará o ciclista, visto que esses são esforços organizados contra a predominância (e prevalência) dos carros na rua. Esses correm em parceria com as demandas por mais e maiores ciclovias, que é uma militância que fazemos aqui desde sempre. Tais decisões são importantes não só no atual contexto de arrocho sanitário, mas num todo e mais amplo onde as pegadas ecológicas deixadas pelo carro são evitadas ao máximo.
Pensando na questão covid, que não podemos evitar nesse momento, a bike está sempre no centro da discussão. Como já foi aventado por aí, a OMS considerou o serviço de mecânica e conserto de bikes como essencial no período do covid. Os motivos são mais que claros. Ou seja, muda-se o contexto geográfico/econômico (Brasil ou Holanda) e histórico (mundo pré- ou pós-covid), mas figuram elas, as ciclovias (e por extensão as bikes), sempre no centro dos debates essenciais.
Como todos sabem, a pandemia tem imposto desafios a todas as áreas da vida urbana. Isso logicamente não deixaria de fora o cenário da mobilidade, especialmente no que diz respeito ao segmento das bikes. Uma das mudanças mais significativas nesse sentido é o fato de que, com as contingências do covid-19, as pessoas começaram a abandonar parcialmente o transporte público e começaram a adotar a magrela. Também passaram a abandonar espaços confinados para fazer exercício. E com isso um novo fator de risco despontou, a soma: ciclistas inexperientes + cidades despreparadas.